quinta-feira, junho 26, 2008
quarta-feira, junho 04, 2008
Reflexão
Somos robôs.
Programados para sentar, teclar, bater e dormir.
Programados para obedecer quando mandam. E quando não mandam.
Programados para responder. Não sentir, apenas responder.
Algumas vezes guiados por emoções fortes. Ou era só um comercial da coca-cola?
Vazios, mas preenchidos por algodão ou isopor. Coisas vazias.
Ou seríamos gado?
Sentados ruminando os restos que jogam para comermos?
Guiados, entrando no ônibus de manhã, pensando no ônibus da noite?
Desejando que tivéssemos uma cama mais confortável? Ou um coche?
Olhando o próximo outdoor?
"A ilha das mulheres que o Jeremias perdeu."
Será que vivemos? Será que somos enganados?
Isto seria a Matrix? Cadê os tijolos amarelos?
Acho que estamos loucos.
E os amores impossíveis? E as realizações grandiosas?
Todas estão no horário nobre da globo.
É assim que nos vêem?
Vivendo intensamente?
Morremos precocemente.
Ao som de nada no momento.
Programados para sentar, teclar, bater e dormir.
Programados para obedecer quando mandam. E quando não mandam.
Programados para responder. Não sentir, apenas responder.
Algumas vezes guiados por emoções fortes. Ou era só um comercial da coca-cola?
Vazios, mas preenchidos por algodão ou isopor. Coisas vazias.
Ou seríamos gado?
Sentados ruminando os restos que jogam para comermos?
Guiados, entrando no ônibus de manhã, pensando no ônibus da noite?
Desejando que tivéssemos uma cama mais confortável? Ou um coche?
Olhando o próximo outdoor?
"A ilha das mulheres que o Jeremias perdeu."
Será que vivemos? Será que somos enganados?
Isto seria a Matrix? Cadê os tijolos amarelos?
Acho que estamos loucos.
E os amores impossíveis? E as realizações grandiosas?
Todas estão no horário nobre da globo.
É assim que nos vêem?
Vivendo intensamente?
Morremos precocemente.
Ao som de nada no momento.

